HISTÓRIA


Matéria: Barbara Ivanova
Título: A energia positiva é o melhor remédio

Quando uma pessoa é positiva, ela emana energia positiva e essa mesma energia volta de forma boa. As pessoas negativas, aquelas que vivem reclamando e resmungando da vida, sempre descontentes, são assim porque as vibrações negativas retornam para elas próprias. Mas não há porque fugir de seres negativos: o melhor é tentar transmitir energia positiva a eles, para que possam mudar. Esse foi um dos ensinamentos que a parapsicóloga russa Barbara Ivanova passou em sua palestra em Londrina.

``Cada ato negativo da humanidade, como as guerras, propiciam conseqüências negativas para todos, como os vendavais, terremotos, dilúvios, porque toda a Terra sofre. Temos de deixar de ser egoístas para que a humanidade caminhe para a harmonia", sentenciou.

Embora o tema da palestra fosse ``Curas Psíquicas", a parapsicóloga falou de vários assuntos e contou sobre sua experiência e seus estudos na área de parapsicologia.

Logo no início, ela deixou claro que não atravessou o mundo para fazer curas. ``Qualquer ser vivo pode curar outro. Até um gato é capaz de realizar uma cura e não vim aqui para isto", disse, acrescentando que para estes atos basta amor. Bárbara Ivanova afirmou que a dor é sinal de alarme de alguma doença e a doença é um alarme que o estado integral da pessoa não está bem. Portanto, explicou, não adianta fazer uma cura localizada pois, se a pessoa continuar no mesmo nível espiritual, a doença vai voltar sempre.

Elevação Espiritual Segundo a parapsicóloga, sua maior preocupação é com a elevação do espírito do homem. E usar a clarividência, disse, depende do conhecimento das leis éticas, morais e de compreensão. ``nem tudo o que uma pessoa mais desenvolvida recebe dos seres superiores, ela pode transmitir aos outros. As pessoas também têm que estar preparadas para isso", lembrou. Ivanova disse que a clarividência também é chamada de ``informação intuitiva" e, na sua opinião, qualquer ser vivo deve receber as informações intuitivas. ``Se alguma espécie perder essa capacidade, está fadada à extinção, pois não vai perceber o perigo".