ORGANIZAÇÃO


Prefácio Livro:

A psicografia à Luz da grafoscopia

A Psicografia :: À Luz da Grafocospia As inúmeras formas de evidência de apoio à crença na sobrevivência da personalidade após a morte têm sido, sistematicamente, rejeitadas pela ortodoxia científica. Tal cepticismo é apoiado em uma série de argumentos, alguns deles razoáveis, porém a maioria baseada apenas em hipóteses sem suporte experimentação positiva ou razões sólidas.

Entretanto, à medida que os adversários da posição defendida pelos espiritualistas exigem, destes, demonstrações cada vez mais rigorosas, vão surgindo, também, métodos mais sofisticados para a confirmação da sobrevivência da personalidade após a morte.

Ultimamente, investigações rigorosas das ocorrências espontâneas ligadas às visões dos moribundos às vésperas de morrer (Osis e Haraldsson, 1977), de casos de experiências de quase morte (Moody Jr., 1977 e 1988), de casos de reencarnação (Stevenson, 1966,1974,1975,1977,1980,1983 e 1987) e outros têm reforçado sobremaneira as evidências que apontam em direção à realidade da sobrevivência.

Mais significantes ainda têm sido as pesquisas experimentais de Transcomunicação Instrumental levadas a efeito na América do Norte e na Europa, das quais mencionamos algumas já bem conhecidas: gravação de vozes em fitas magnéticas (Juergenson, 1972; Bander, 1972; Raudive, 1971) e Spiricom (Meek, 1982). Atualmente, na Alemanha e em Luxemburgo, já foram obtidas imagens e vozes de pessoas falecidas, transmitidas diretamente do Além e captadas aqui na Terra por meio de sofisticada aparelhagem eletrônica (Holbe,1987; Locher e Harsch, 1989; Schafer,1989).

Apesar de todos os sistemas observacionais e técnicos aos quais nos referimos, capazes de produzir uma evidência praticamente irrecusável da sobrevivência, ainda persistem extensas áreas de resistências à sua aceitação pelo oficialismo científico. Os refutadores, de um modo geral, lançam mão de ``explicações paralelas", mediante as quais tentam invalidar a tese espiritualista, reduzindo as causas de tais fenômenos a meras funções paranormais do ser humano vivente.

Entre as manifestações atribuíveis aos mortos, através de médiuns, a escrita automática (psicografia) é uma das mais importantes, não só pela sua simplicidade e facilidade prática, como pela importância histórica que a marcou no controvertido episódio das ``correspondências cruzadas" (Gauld, 1986, p. 84). As correspondências cruzadas ocorreram aproximadamente entre 1901 e 1932, nos fins da fase áurea da Society for Psychical Research - SPR, cuja história contém um acervo com importantes investigações, caracterizadas por dramáticos conflitos entre a rica fenomenologia paranormal e o profundo cepticismo de alguns de seus mais ilustres investigadores. Logo após o desencarne de três importantes vultos da SPR, em Londres, Edmund Gurney (1847 - 1888), Henry Sidgwick (1838 - 1900) e Frederick William Henry Myers (1841 - 1901), começaram a surgir, em lugares diferentes e através de diversas médiuns psicógrafas, mensagens enviadas do Além por aqueles falecidos membros da SPR. Quem iniciou este tipo de correspondência foi Myers, cuja cultura clássica era reconhecidamente do mais nível, portanto muito superior à das médiuns.

As mensagens isoladas, captadas ora por uma das psicógrafas, ora por outra, situadas entre si a grandes distâncias, até mesmo em países diferentes, estranhamente não faziam sentido. Porém, quando juntadas, formavam uma peça única com significado perfeito e de elevada erudição, cujo estilo era o do autor signatário (nesse caso, o Myers). Posteriormente, surgiram mensagens de Gurney, Sidwick e outros membros falecidos, todas elas contendo características do estilo e cultura dos comunicadores. Era uma tentativa dos espíritos em demonstrar aos companheiros ainda vivos a sua sobrevivência após a morte.

O esforço por parte daqueles espíritos durou perto de 31 anos e produziu enorme volume de material mediúnico. Vários investigadores dedicaram-se ao estudo rigoroso desse precioso acervo de informações. Muitos deles concluíram pela realidade da sobrevivência dos signatários das mensagens. Entretanto, muitos outros, também, não aceitaram a tese espiritualista. Finalmente, ficou tudo sepultado sob uma montanha de silêncio e um bloco de cepticismo irracional.

Agora, durante o Século XX, presenciamos manifestações psicográficas de inúmeros médiuns excelentes, entre os quais se destaca o grande sensitivo Francisco Cândido Xavier (Chico Xavier), reconhecidamente o maior médium psicógrafo deste Século. O fabuloso material psicografado por Chico Xavier contém abundantes evidências a favor da tese espiritualista. Porém, há sempre aqueles que, apoiados nas desgastadas hipóteses reducionistas da ESP, da telepatia e de outras mais complicadas, insistem em negar a autoria das mensagens, como sendo das pessoas já falecidas que as subscreveram.

O esplêndido trabalho do professor Carlos Augusto Perandréa representa importante comprovação da origem das comunicações fornecidas pelos espíritos, através da mediunidade de Chico Xavier. Trata-se de uma verificação pericial da autenticidade gráfica da escrita e assinatura da entidade comunicadora. É uma pesquisa rigorosamente científica, levada a efeito por um legítimo expert, cujos serviços são solicitados para fins bancários, policiais, jurídicos e outros.

Que ``explicação paralela" e ``reducionista" irão encontrar os negadores da sobrevivência, diante de um laudo pericial desse valor? Apelarão para a tese do conluio entre o ``perito" e o ``réu" ? Alegarão a ``incompetência" do perito? Como poderão obter a comprovação de insinuações dessa gravidade?

O trabalho A Psicografia à Luz da Grafoscopia constitui, sem dúvida, um avanço e tem relevante importância na consolidação da tese da sobrevivência. Apesar de sua aparente simplicidade, a comprovação grafoscópica atinge o mesmo nível de significância das mais recentes técnicas de transcomunicação instrumental surgidas na Europa e Estados Unidos, nestas últimas décadas do Século XX.

Indubitavelmente, o professor Carlos Augusto Perandréa terá o seu nome perpetuado na história da investigação da natureza do homem, alinhando-se entre aqueles que se dedicaram à árdua tarefa de demonstrar a sobrevivência da personalidade após a morte física.


São Paulo, Inverno de 1990
Hernani Guimarães Andrade



NEU - NÚCLEO ESPÍRITA UNIVERSITÁRIO
CIENPS - Departamento de pesquisas Científicas em Psicografia
PLANO PARA ORGANIZAÇÃO DO CIENPS


OBJETIVO:
Organizar o CIENPS como orgão do Núcleo Espírita Universitário de Londrina, com a finalidade específica de Núcleo Espírita Universitário
RÁDIO


HISTÓRIA DA CONQUISTA DA RÁDIO COMUNITÁRIA DO NEU

Excelentíssimo Senhor Ministro das Comunicações

O NÚCLEO ESPÍRITA UNIVERSITÁRIO - NEU, inscrito no CGC/MF sob o nº 080925464/0001-48, no Estado do Paraná, entidade sem fins lucrativos legalmente constituída e devidamente registrada, vem mui respeitosamente, à digna presença de Vossa Excelência demonstrar seu interesse em executar o Serviço de Radiodifusão Comunitária na área abrangida pelo círculo de ráio a 1 km, com centro localizado na Rua Santa Catarina nº 429 centro de Londrina de coordenadas geográficas 23º 18' 40" sul de latitude e 51º 09' 12" oeste de longitude, onde pretende instalar o irradiante de sua estação (torre e antena).

Solicita, também, a designação de canal para a prestação do serviço nos termos do artigo 12 do Regimento do Serviço de Radiodifusão Comunitária, aprovado pelo Decreto nº 2.615, de 03 de junho de 1998.

Nestes Termos
Pede Deferimento

Londrina 14 de setembro de 1998.

Luis Claudio Galhardi

Endereço para correspondência:
Rua Massahiko Tomita n º 69 centro CEP 86.020-460 Londrina Pr
Recado (043) 341-1050 fone/fax
e-mail: neu-ld@inbrapenet.com.br

A Solicitação de APOIO do movimento espírita

Londrina 23 de outubro de 1998
PARA: Centro Espirita Nosso Lar e URE 5ª REGIÃO

1) Pensando em viabilizar economicamente a instalação de uma Rádio comunitária (em anexo protocolo do pedido), ou um programa Espírita diário em Rádio comercial de Londrina.
2) E ainda, pensando que a divulgação da Doutrina Espírita é interesse comum das instituições Espíritas.

O NEU vem propor uma campanha de arrecadação financeira mensal através de conta telefônica (ver contrato do NEU com a Sercomtel).
A PARCERIA seria inicialmente entre o Centro Espírita Nosso Lar, a 5ª URE e o NEU que se associariam em campanha para conseguir esta arrecadação mensal via conta telefônica. Posteriormente outras instituições poderiam se agregar à campanha visando união entre os vários grupos Espíritas de Londrina (por exemplo os grupos Espíritas de assistência social da cidade).
Poderá se criar um percentual financeiro para O Projeto Radio Comunitária/ e ou programa em Radio Comercial , e o restante dos valores arrecadados ficará para a Instituição Nosso Lar , 5ª URE e NEU afim de ser utilizados em seus gastos mensais normais.
O NEU tomou a iniciativa de protocolar um pedido junto ao Ministério das Comunicações
visando conseguir uma concessão, mas não tem intenção de levar tal projeto sozinho à frente.
Assim gostaríamos de uma resposta oficial do Centro Espirita Nosso Lar e da 5ª URE sobre o assunto proposto.
Certos de sua atenção despedimo-nos fraternalmente

Luis Claudio Galhardi
Presidente do NEU

DIRETRIZ GERAL LINHA EDITORIAL

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